Livro Quando o hoje já não basta

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Resumo:
Quando comecei a sentir um incômodo recorrente e inquietante com o meu dia a dia, sabia que este sentimento não me abandonaria tão cedo. Ele chegou de mansinho, expandiu-se como um forte sentimento de desconexão e por mais que tentasse negá-lo, estava dentro de mim. Até o dia em que tive que dar o próximo passo. E o próximo passo foi apenas o primeiro passo de muitos, num longo caminho sem volta, uma jornada de transformações. Eu sabia que era uma mudança diferente. E, aos poucos, descobri que o que começou no mundo do trabalho, abraçava toda a minha vida.
Esta insatisfação me levou a querer dar uma pausa para reflexão, desfrutar do famoso sabático, opção de mais e mais pessoas.  Os primeiros meses deste período foram intensos. Comecei participando de um curso no Schumacher College (Inglaterra), referência mundial em sustentabilidade, estive na França, Espanha, Irlanda, Turquia, Índia e nos pés dos Himalaias. Depois de sete meses voltei ao trabalho formal. E a insatisfação interna continuou. Foi quando fiz uma viagem muito diferente. Mergulhei em mim. Aos poucos percebi que o sabático tinha sido apenas o começo de uma grande transição.
O livro conta esta trajetória em busca de sentido, desencadeada pela insatisfação com o mundo do trabalho. Tem dor e humor. Histórias vividas em vários lugares, gafes, momentos em outros países, situações novas e algumas complicadas. Também contempla alguns questionamentos ao final dos capítulos para o leitor que ousar “se repensar”.  Traz sugestões para contribuir com quem se reconhece neste caminho. E mais:  textos de pessoas que conheci no percurso e que foram convidadas pela visão holística que têm do tema transição.
Um aperitivo do livro
O “estágio” sobre como andar nas ruas da capital da Índia, vivenciado pelo grupo durante o dia, habilitou-nos para um passeio à noite, sozinhos, sem os guias. Separamo-nos em duas, três pessoas. Fiquei com a Cristina. Jantamos juntas e depois mais uma colega nos acompanhou na volta para o hotel. Eram vinte e uma horas. Táxi? Que nada. Queríamos –  pelo menos eu queria – um tuc tuc para mergulhar no caos sob a luz das estrelas. Ele chegou e de maneira meio desconfortável e apertada, insistimos em irmos as três juntas. Em meio a buzinas e paradas repentinas sentia-me livre como há muito não me sentia. Nada de temores. Semáforos sem regras, ruas escuras. O vento no rosto aguçava o cheiro da Índia. A buzina frequente evitava choques com outros veículos. As curvas acentuadas nos faziam balançar de um lado para o outro. Suspirávamos de alívio o tempo todo. Nada parecia estar sob controle. (E não estava). O motorista procurava nosso destino. Tentava algumas vielas, que por vezes me fazia duvidar dele: “Será? Confie! Confie!”, eu pensava. Saboreava o medo do desconhecido.

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